Wednesday, April 04, 2007

Vai embora...faça sua escolha agora...

CONHEÇA OS PROCESSOS DE IMIGRAÇÃO

1. QUÉBEC – CANADÁ

Québec possui uma área três vezes maior do que a da França e sete vezes a da Grã Bretanha, tornando-a a maior província do Canadá. Fazendo fronteira com Ontário, New Brunswick, Labrador (a porção continental da província de Newfoundland) e com os Estados Unidos, Québec tem uma área de 1.450.680 km. Quase 80 por cento dos quebequenses vivem em centros urbanos localizados ao longo das margens do histórico e cênico Rio São Lourenço. Montreal Metropolitana tem uma população de três milhões e é uma cidade famosa tanto pela riqueza de sua história, quanto pela sua atividade cultural moderna e dinâmica. Quebec é a capital da província e a terceira maior cidade. De uma população de cerca de sete milhões, mais de cinco milhões de pessoas que vivem em Quebec são de origem francesa, e o francês é a língua materna de 82 por cento dos quebequenses. Desde 1970, a imigração tem sido parte integrante da prosperidade cultural e econômica desta província. Entre 1986 e 1991, 78 por cento dos ganhos na população de Quebec vieram das pessoas com origens outras que não a francesa, a britânica ou a aborígene.

“Quebec, cidade do patrimônio mundial”

Em dezembro de 1985, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciências e Cultura, UNESCO, increveu o quarteirão histórico de Quebec em sua prestigiosa lista do patrimônio mundial. Quebec tornou-se, assim, a única cidade ao norte do México a receber esta honra e figurar ao lado de grandes e antigas cidades como Túnis, Cairo, Jerusalém, Roma, Florença, Cracóvia e Varsóvia.

“Cidade Única”

O nome de Quebec rima com lugar onde é bom viver, local rico de história, jóia do patrimônio mundial e destino turístico por excelência. Quebec possui uma identidade bem particular.

O “Money Magazine”, por exemplo, classica a cidade entre as dez melhores destinações turísticas na América do Norte. A publicação da rede americana CNN atribui a Quebec esta característica particular, antes de mais nada, à experiência francesa que ali se pode vivenciar, ao encontro com a história que a cidade propõe, à sua natureza de beleza excepcional.

“Facilitar sua integração”

Atualmente, a capital conta com 19 500 imigrantes e ela recebe em torno de 1 800 anualmente. Sua população é de mais de 505 000 habitantes.

Segundo o Ministère de l´Immigration et des Communautés culturelles du Québec, a Cidade de Quebec instituiu diferentes tipos de serviços de acompanhamento.

Organismos que atuam junto às pessoas imigrantes
À sua ação, unem-se mais de 40 organizações, ministérios, associações e organismos comunitários. Todos auxiliam também os recém-chegados à região a se integrarem à nova comunidade.

“Quebec, escolhendo outro destino”

Quem conhece Quebec sabe que a cidade reúne o melhor de dois mundos: economia em plena expansão e qualidade de vida excepcional.

Por ser a capital, a cidade herdou uma estabilidade econômica notável. O Governo do Quebec, província com o mesmo nome da cidade, instalou ali ministérios e sociedades.

Graças à criatividade e à produtividade do meio industrial e da comunidade científica, Quebec sofreu uma mudança significativa no correr dos últimos anos, transformando a alta-tecnologia em um de seus maiores eixos de desenvolvimento.

“Aproveitar a vida em Quebec”

Quebec, isto todos sabem, é uma cidade humana e acolhedora. Em 2001, a revista canadense Today’s Parent concedeu-lhe o título de “Melhor cidade no Canadá para as famílias”. Este reconhecimento subentende que ela conseguiu satisfazer as necessidades das famílias tanto nos planos educativo, cultural e esportivo, quanto nos de segurança e economia.

“Um custo de vida incomparável”

Uma família residente na capital necessita de alguns milhares de dólares por ano para moradia, alimentação e vestuário. Os tratamentos médicos são gratuitos e as taxas escolares, bem abordáveis. Com uma inflação controlada, Quebec se encontra entre as cidades canadenses que tratam a questão do custo de vida com mais sucesso.

“Beneficiar de uma economia em plena expansão”

Possuindo aproximadamente 700 000 habitantes, a região metropolitana de Quebec forma a 7ª aglomeração urbana mais importante do Canadá e a 2ª, da província de Quebec.

Antes de mais nada, Quebec é uma cidade de serviços, e os esforços dos últimos anos pela diversificação da economia trouxeram frutos. Hoje, a capital e sua região acolhem um número crescente de empresas associadas às novas tecnologias, que apóiam as atividades de reputados centros de pesquisa.

“Fazer carreira em Quebec”

A economia de Quebec articula-se em torno de setores variados. O mercado de trabalho também se abre para diversos tipos de competências, para as quais formação técnica ou diploma universitário são exigidos.

Já há alguns anos, as necessidades de mão-de-obra qualificada são vistas em inúmeras esferas de atividades, especialmente em óptica fotônica, biotecnologia da informação.



2. NOVA ZELÂNDIA

por Camila Micheletti
A terra dos hobbits está mais em alta do que nunca. Depois de ser a locação dos três filmes da série "Senhor dos Anéis", mais um filme sobre a Nova Zelândia acaba de estrear nos cinemas. "Encantadora de Baleias" conta a história de uma garota da tribo Maori, que para assumir o posto de líder de sua tribo vai precisar enfrentar a resistência do avô.
Por que a Nova Zelândia está tão na moda nos últimos anos? Quem responde é Karin Florez, assessora consular da Nova Zelândia no Brasil. "Além de ser a capital mundial dos esportes radicais e de aventura, ter paisagens deslumbrantes e um povo muito hospitaleiro, a Nova Zelândia é um país mais barato e, ao contrário dos Estados Unidos e outros países, não pede visto para estudantes que forem estudar por até três meses (12 semanas)".
Mas, se você pretende estudar por tempo integral por mais de três meses, vai precisar de um visto de estudante e de uma permissão de estudante, a não ser que seja cidadão de um país que tenha um acordo especial com a Nova Zelândia. A mesma dica vale para o estudante que estiver no país e quiser fazer mais de um curso.
Localizada ao sudoeste do Oceano Pacífico, a Nova Zelândia possui como país vizinho mais próximo a Austrália. São apenas 3,8 milhões de habitantes, distribuídos em uma superfície de 277.000 Km2 - tamanho semelhante ao estado do Rio Grande do Sul. O país é constituído por duas ilhas principais: a do Norte e a do Sul, separadas pelo Estreito de Cook, e várias ilhas menores. O extremo norte e sul estão a 1.660 Km de distância e nenhum ponto do país está a mais de 180 km da costa. Esta proximidade do mar define muito o seu povo, cultura, modo de vida e até a culinária neozelandesa.
Um quarto da população vive na maior cidade, Auckland, localizada na Ilha do Norte. Em toda a Ilha do Sul vivem apenas 900 mil pessoas. E em Queenstown - a capital mundial dos esportes radicais -, pouco menos de 20 mil pessoas. Aliás, muitos estudantes acabam optando pelo país pela variedade de esportes e aventura que ele oferece. Queenstown oferece uma enorme variedade de atividades, incluindo motonáutica, observação de baleias, esqui, bungee jump, raffting, hóquei, rugby, golfe, corrida de cavalo, balonismo, paraglider, iatismo, caminhadas, escaladas, esqui, entre outros. Outro atrativo da Nova Zelândia é a beleza natural. A diversidade de paisagens permite que você aprecie de perto vulcões, fontes térmicas, lama borbulhante, geisers, cadeias de montanhas, Alpes do Sul com campos de neve eternas e geleiras, parques, florestas naturais e planejadas, praias, rios de águas rápidas, lagos e fiordes.
O idioma mais falado é o inglês. Mas o Maori também é considerado uma língua oficial, tanto que faz parte do currículo básico do ensino no país. Os habitantes são em sua maioria brancos, principalmente de origem britânica, que convivem com os maoris, de origem polinésia - hoje 10% da população do país-, e com minorias mais reduzidas de polinésios, chineses e indianos. Karin adianta que "na ExpoBelta, o visitante vai poder assistir a apresentação do grupo Waihirere, formado por Maoris, e que é um dos mais antigos grupos do Kapa Haka. O grupo foi originalmente formado em 1952 e é um dos maiores representantes da cultura local".
De acordo com a assessora consular, o perfil do estudante que decide fazer seu intercâmbio na Nova Zelândia é de alguém que gosta da natureza, pratica atividades out-door e esportes de aventura. "Se você gosta mais de aproveitar o dia do que a noite e quer quer ter uma experiência diferente, conhecendo um país onde a cultura e hábitos não são muito conhecidos pelos brasileiros, você vai gostar da Nova Zelândia. Além disso, o país também é procurado por pessoas que procuram um lugar seguro e de beleza natural incrível para aprender inglês, seja para freqüentar a high school (ensino médio) ou mesmo cursos de idiomas ou de ensino superior".



3. AUSTRÁLIA


A Austrália é um país altamente desenvolvido que combina beleza natural com a mais alta tecnologia, consolidando-se como um lugar único, de grande atrativo, que vale a pena conhecer e percorrer. Além disso, seus índices econômicos, a alta qualidade de vida e sua sociedade multi-cultural fazem da Austrália o melhor destino para quem quer emigrar.

Qualidade de Vida
A Organização das Nações Unidas definiu Austrália como o segundo melhor país do mundo para morar, depois da Noruega, devido aos seus excelentes índices de qualidade de vida. Este país tem um dos menores índices de poluição atmosférica, baixo custo de vida, serviço de saúde gratuito, educação de primeiro e segundo grau gratuita e de excelente qualidade, altos níveis de segurança, baixos índices de criminalidade e o maior crescimento econômico entre os países desenvolvidos no ano 2003.
Uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde determinou que a expectativa de vida na Austrália é de 70,1 para os homens e de 73,2 para as mulheres, média bem acima dos países latino-americanos, com uma diferença entre os 10 e 15 anos.

Sistema de educação
O sistema de educação Australiano é reconhecido no mundo inteiro por sua qualidade: caracteriza-se pela integração da totalidade do território sob os mesmos conteúdos, um sistema de qualificações em comum e a utilização de tecnologia de ponta. Todas as escolas, particulares ou públicas, aceitam estudantes estrangeiros e dão suporte especializado na aprendizagem do idioma inglês. Nas universidades os alunos estrangeiros representam entre 5 e 10 % do total dos matriculados.

Esporte
Os Australianos dão muito valor ao esporte e têm se destacado em diversas disciplinas ao longo da história. As figuras esportivas são consideradas heróis e heroínas, e quase 60% da população pratica pelo menos um esporte regularmente.
Durante o fim de semana é possível ver milhares de pessoas praticando seus esportes favoritos ao ar livre. As atividades mais populares são os passeios, a natação, o ginástica aeróbica, o golfe, o tênis, entre outras.

Economia em crescimento
A economia Australiana está em constante crescimento, garantindo investimentos, o desenvolvimento dos negócios e o aumento da taxa de emprego. O crescimento anual médio da última década foi de 4,4%, a inflação anual e as taxas de juros são muito baixas e a moeda é forte e estável. Além disso, conta com mão-de-obra qualificada e o suporte sócio-político de instituições democráticas.
Com relação ao comércio internacional, a economia está orientada para a fabricação de produtos e serviços de alto valor agregado. Nos últimos anos houve um grande desenvolvimento na área das telecomunicações e serviços e mais de 470 empresas Australianas estabeleceram seus escritórios centrais para a região de Ásia Pacífico na Austrália.

Sociedade multi-cultural
A Austrália é uma nação de imigrantes que se identifica com valores como a tolerância e uma absoluta rejeição à discriminação racial. A população australiana está formada por pessoas que vêm de todos os cantos do mundo. Aproximadamente 23% dos australianos nasceram em outro país e mais da quarta parte da população tem pais que nasceram no estrangeiro.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial a nação entrou em um período de “boom” econômico, com a abertura de minas e com importantes projetos de infra-estrutura e integração.
Os anos 50 foram um período de estabilidade política baseada no desenvolvimento de uma próspera sociedade de proprietários urbanos que facilitou a entrada ao país de cidadãos imigrantes. Após as décadas de 50 e 60, chegou à Austrália uma onda de imigrantes não ingleses, fundamentalmente de raça branca, a maioria procedente do Sul da Europa e da Europa Oriental. Essas sucessivas correntes migratórias transformaram a Austrália por completo, principalmente as grandes cidades.

Latinos na Austrália
Argentinos, brasileiros, chilenos, colombianos, mexicanos, peruanos, uruguaios e venezuelanos, entre outros, ganharam um lugar na sociedade australiana na qual encontraram um espaço para se expressar e desenvolver atividades próprias e autóctones dos seus países de origem. Em qualquer cidade da Austrália pode-se encontrar um restaurante de comida mexicana, um bar que sirva caipirinha, um clube de latinos solidários, uma exposição de artesanato indígena ou algum clube onde pode-se freqüentar aulas de capoeira ou de salsa.
Os latinos, como todas as comunidades de imigrantes, não sofrem nenhum tipo de discriminação e gozam do bem-estar social e econômico que este país lhes oferece.

Política de imigração não discriminatória
O Programa de Imigração da Austrália ressalta a importância de atrair novos imigrantes que tenham estudos ou formação profissional que possam ser de utilidade para o crescimento econômico do país. Entretanto, a Austrália também recebe imigrantes por outros motivos, como no caso da reunificação familiar ou por motivos humanitários.
O Governo australiano está comprometido por completo com a política anti-discriminatória. Em 1996, o Primeiro Ministro da Austrália propôs uma declaração parlamentar sobre a tolerância racial. A Câmara dos Representantes aceitou a declaração de forma unânime. Nessa declaração foi denunciada a intolerância étnica e foram declarados os princípios de igualdade de direitos, sem consideração de raça, cor, credo ou origem

3 comments:

Daniel said...

Oi, você só esqueceu de falar sobre o processo federal do Canadá, que abrange todo o país. O post ficou ótimo e o blog tem muita informação interessante. Parabéns. vou continuar voltando aqui.

Eduardo said...

Muito bom esse post. Resume os 3 melhores processos de imigração do mundo.
Abraço

Van said...

Muito interessante esse post sobre os processos da Nova Zelândia e Austrália. Parabéns.
Dei uma olhada no seu perfil e vi que você é de São Caetano do Sul. Também moro lá e eu e meu marido daremos entrada no Processo Federal do Canadá no final do ano. Depois dá uma passada no nosso blog. Já guardei seu link para colocar nos meus blogs de leitura.